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martes, 29 de abril de 2008

Socrates defiende a La Paz


Los conceptos no son de cualquier persona. Se trata de Socrates (foto), ex crack del Corinthians y de la selección brasileña, que en su columna semanal de la revista "Carta Capital", editada en el país vecino, demuestra su verdadero perfil de deportista. Lean:

A luta boliviana

A Bolívia – em especial seu presidente, Evo Morales – promove intensa campanha com o objetivo de modificar a resolução da Fifa, segundo a qual não haverá mais jogos entre seleções em cidades localizadas acima de 2.750 metros do nível do mar, caso os adversários não estejam habituados a tal altitude. Decisão discutível, aparentemente criada para preservar sedes como a Cidade do México e Bogotá (Colômbia), mas que atinge em cheio La Paz, a capital boliviana. A razão pela qual a Bolívia luta é mais que uma simples questão esportiva, pois o Estádio Hernán Siles é motivo de orgulho do povo boliviano – e privar os donos da casa de mandar seus jogos ali é um desrespeito às tradições nacionais. Por isso, a reação. Discutir os riscos da prática esportiva em tais condições é necessário, porém, é fundamental encontrar alternativas que diminuam esses riscos sem necessariamente radicalizar a decisão. Quem sabe os hematologistas possam nos oferecer uma alternativa viável para compensar a perda funcional de quem não está habituado a conviver em grandes altitudes, evitando assim qualquer tipo de risco e, com isso, respeitar as opções soberanas de cada nação.

sábado, 26 de abril de 2008

Bolivia debería pedir veto del Maracaná


CBF confirma que Brasil jogará contra Bolívia no Rio de Janeiro

A seleção brasileira enfrentará a Bolívia em setembro deste ano pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010 no Rio de Janeiro, confirmou nesta sexta-feira o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.



A propósito de la noticia divulgada ayer en Río de Janeiro envío la siguiente sugerencia a los hombres que dirigen el fútbol boliviano:

Debido al alto índice de criminalidad en Río de Janeiro y la falta total de control policial frente a las bandas organizadas, con el concecuente peligro inminente de muerte, la Federación Boliviana de Fútbol (FBF) debería pedir a la FIFA el veto del estadio de Maracaná para juegos por las Eliminatorias.

Para el pedido de veto, la FBF debe argumentar aún, los altos índices de contaminación ambiental existentes en la llamada "cidade maravillosa", lo que constituye un peligro real para la salud.

Otro argumento, debe ser el elevado número de óbitos en consecuencia de balas perdidas que tienen origen en las favelas (al fondo en la foto) que rodean el Maracaná, lo que se constituyen en falta garantías para la realización de juegos internacionales.

Jugar en Río de Janeiro, significa que la selección brasileña lleva ventaja contra los adversarios, una vez que sus jugadores están acostumbrados a los elevadisimos índices de contaminación ambiental existentes en esa ciudad.

Datos de la Organizacion Mundial de la Salud (OMS) indican que personas que no viven en lugares donde el aire es contaminado, tienen dificultades para respirar, lo que indica que jugadores bolivianos que jugarán contra Brasil en el Maracaná, por las Eliminatorias, corren serios riesgos de contraer enfermedades respiratorias.

Con la palabra, el Departamento Medico de la FIFA.

miércoles, 23 de abril de 2008

Luto en La Paz, contra el atropello de la FIFA


Me parece muy difícil que la FIFA mude de idea con relación al estadio Hernando Siles de La Paz. Es mucho poder, poder basado en intereses económicos y, ahora, políticos.

No creo en la sinceridad de los dirigentes del fútbol profesional boliviano que en casi todas las instancias son oriundos del sector oriental boliviano que tienen en el estadio Tahuichi Aguilera de la ciudad de Santa Cruz de la Sierra, la sede alterna.

Solo espero que, como en las eliminatorias del año 1982, no haya corrido dinero para esa mudanza de sede.

A La Paz ¿qué le resta?

Casi nada, pues las cartitas que son enviadas a la FIFA desde la Federación Boliviana de Fútbol, son llenas de hipocresía.

En el fondo, los festejos ya comenzaron, la conjura contra La Paz, está consumada.

Sé que el juego contra Chile no será realizado en el Siles. Así, desde este humilde blog, propongo que los ciudadanos de La Paz (y quien quiera que sea, inclusive los dirigentes de la Federación y de la Liga si son hidalgos) estemos presentes en el Estadio Hernando Siles, a la hora en que debería iniciarse el partido, todos vestidos de negro, de luto, como protesta al atropello.

Será necesario llenar el Siles de negro, para que haya repercusión mundial.

lunes, 21 de abril de 2008

Telé Santana el hombre y entrenador justo


Si vivo, Telé Santana ciertamente defendería a la ciudad de La Paz, frente al atropello de la FIFA.

Hombre cabal y uno de los mejores entrenadores de la historia del fútbol, Telé Santana nos dejó huérfanos a todos los que amamos el fútbol respetuoso, bonito y serio.

Telé murió un 21 de julio de 2006. Descanse en paz maestro y gracias por sus enseñanzas.

Lean, en portugués, un incomparable homenaje escrito por el periodista brasileño Eudes Junior.



O Inconfidente do Futebol


Por EUDES JUNIOR*


21 de abril. Feriado nacional. Dia de herói. Do culto à memória em um país que, tantas vezes, insiste em esquecer os seus.

Herói mineiro. A torcida era pela sobrevivência, mas como sempre há uma data para o adeus, Telê Santana não poderia ter partido em outra tão simbólica. Como Tiradentes na luta pela independência. Como Tancredo Neves, no período da redemocratização.

21 de abril de 2006. Sexta-feira. Véspera de mais uma rodada do Brasileirão, o campeonato que Telê foi o primeiro a levantar. O maior título da história do Atlético. Aliás, ninguém comandou o alvinegro de Minas tantas vezes quanto ele: foram 434 partidas e mais de 270 vitórias.

Primeiro, maior, único. A carreira de Telê pode ser descrita em superlativos. Exatamente como a sua vida. À imagem e semelhança do homem que dedicou seu tempo e ofereceu a própria saúde para dar dignidade e alegria à grande paixão dos brasileiros.

Se for verdade que os números não mentem, talvez eles possam comprovar a tese de que Telê, no banco, foi incomparável. Montou times inesquecíveis, como a mágica seleção que perdeu a Copa de 82, mas conquistou o mundo para sempre. Fabricou craques, como Cafu, o lateral e capitão do penta que era meio-campo e não sabia cruzar. Como Raí, destinado a ser apenas o irmão de Sócrates e que se transformou no segundo doutor da bola de uma família iluminada. Capitão do São Paulo de Telê bicampeão da América e do mundo, no melhor momento da história tricolor.

Outro tricolor, bem antes, arrebatou o coração de Telê. Pelo Fluminense, clube que aprendeu a amar e para o qual torcia, o mineiro mais famoso da simpática Itabirito, disputou 522 jogos, marcou 151 gols, ganhou 2 títulos estaduais (50, 59) e, por duas vezes, o Torneio Rio-São Paulo (57, 60). Foi o primeiro ponta a recuar para buscar jogo e ajudar na marcação. Já era moderno na agora distante década de 50. É titular da seleção de todos os tempos daquelas "três cores que traduzem tradição".

Foi a tradição do futebol brasileiro que Telê respeitou e honrou. Não aceitava chutões na bola, muito menos no adversário, qualquer que fosse. O único a exigir tamanha lealdade e espírito esportivo, no testemunho de Zico, o 10 de Telê. Telê que era capaz de perder jogos e títulos, mas nunca a dignidade e a vontade inigualáveis de dar ao público o verdadeiro espetáculo.

Rígido em seus valores, firme em seus propósitos, atacou os cartolas corruptos, os maus árbitros, os gramados ruins, as filas pra comprar ingressos, os banheiros sujos, falta de estacionamentos e perigos dos estádios. Com seus times no ataque, o tempo todo, Telê defendeu com primazia e convicção o futebol-arte que tanto admirava e promovia. E que levou, e o levou, aos 4 cantos do mundo. Que fez dele o primeiro e único, até hoje, a conquistar os campeonatos estaduais dos 4 principais centros do futebol brasileiro: o carioca de 69 com o Fluminense, o mineiro de 70 e 88 com o Atlético, o gaúcho de 77 com o Grêmio e o paulista com o São Paulo, em 91 e 92.

Cansado das falcatruas, da falta de um calendário, das disputas viris, do combate ao talento e das armações de um meio tão fascinante quanto ingrato, Telê adoeceu. Talvez de tristeza, talvez de decepção. E, certamente, por nunca trair seus princípios éticos. A retidão de seu caráter o colocou em outro patamar: o de um homem que costumava estar sempre do lado certo. Das coisas certas, das causas justas.

Quis e não pôde formar e treinar times até o fim da vida. Quis e não pôde assistir aos jogos dos seus times da arquibancada, como o torcedor que tanto prezou até o fim da vida. Até o fim. Expressão que Telê se viu obrigado a enfrentar, até o fim. A fama de ranzinza, de teimoso e de pão-duro do homem que dava valor a cada centavo seu e dos outros. Dos clubes e das torcidas, como poucos dirigentes e jogadores são capazes de fazer. Do homem que persistia no desejo de ver dribles e gols.

Na tabela da habilidade com a ousadia, Telê ainda está à frente do tempo que era seu e que não deveria ter acabado tão cedo. Azarados somos nós, Telê, que ficamos na mesmice da mediocridade sem você. Obrigados a ver os piores momentos no intervalo porque os melhores não prevalecem nem são tão bons. Ai de nós, Telê, que suportamos nossos gênios na Europa ou nos limitamos a viver de arquivo, de videoteipe. Na nossa lembrança você é gol na certa, um fio de esperança, esbelto e decisivo a fazer barulho na rede e nas arquibancadas. Um fio de esperança que, até o fim, enfrentou corajosamente a doença e que morreu como sempre viveu: sem medo de perder, em busca de mais uma vitória, de um sorriso que fosse coletivo. Que significasse a vantagem do talento sobre um resultado a qualquer preço, a supremacia da competência sobre a força, do esporte sobre o negócio.

21 de abril de 2006. Nesse dia, em Belo Horizonte, veio a notícia que ninguém queria dar nem ouvir. Na capital do estado que levanta a voz e a bandeira da liberdade preconizada pelos ideais de homens que, ainda que tarde, venceram e convenceram. Como seus times em campo e você na vida e, até o fim, também na morte.

Com a mesma emoção, com a mesma valentia, com a mesma sabedoria. A sabedoria de um homem que virou mestre. Na arte de viver, na missão de conviver com a vitória e com a derrota, com a glória e o fracasso.

Como um fio de esperança para milhões de apaixonados que, por sua causa, puderam cantar a alegria de chegar lá. Puderam gritar, confiantes e felizes, a palavra que tão bem define o jogador, o técnico, o homem, o mito Telê Santana: campeão.

Na finitude da vida, nossa única certeza, você tornou-se eterno, após um minuto de silêncio repetido dezenas de vezes e aplausos intermináveis. Na memória de um povo e de um esporte que caminham de mãos dadas, você é imortal. Como o grande campeão que sempre foi. Como mineiro heróico e militante. O Inconfidente do Futebol.


*Eudes Junior é jornalista.

domingo, 20 de abril de 2008

La FIFA y compinches golpean a la ciudad de La Paz

La conspiración fue consumada. Enemigos de la ciudad de La Paz, de dentro y fuera del país, quitaron al estadio Hernando Siles el derecho histórico de ser escenario de los juegos oficiales de la Selección Boliviana.

Cualquier respuesta por escrito a la FIFA sera un ejercicio mas de retorica. Es preciso responder con hechos.

La Federación Boliviana de Fútbol debiera anunciar lo más rápido posible el retiro del País de las eliminatorias sudamericanas para la Copa del Mundo Sudáfrica-2010.

Desafiliarse de la Conmebol no llevará a nada, pues, ya lo dije, Bolivia es cuarto mundo para la FIFA, no representa económicamente nada.

Está en la hora de que Carlos Chávez, presidente de la FBF, demuestre honestidad.

jueves, 17 de abril de 2008

La Fifa y The Strongest

Cosas de la Fifa, por un lado, discrimina a la ciudad de La Paz para la practica del fútbol, por otro, rinde homenaje a The Strongest por sus 100 anos de actividad. Lean:

"The Strongest, un orgullo del fútbol boliviano

Martes 15 de abril de 2008


El pasado 8 de abril, el club The Strongest de Bolivia celebró sus 100 años de vida. Los aurinegros han sido uno de los principales protagonistas en los momentos claves de la historia del fútbol de ese país, lo que le vale un justo reconocimiento del mundo entero. A continuación, FIFA.com le rinde homenaje a la institución decana del balompié boliviano.

Nacimiento del club
En 1908, un grupo de amigos de clase media de la cuidad de La Paza, todos veinteañeros y recién salidos del servicio militar obligatorio, decidieron fundar un equipo de fútbol. A la hora de elegir el nombre, la mayoría coincidía en el que mismo debía llevar la palabra "Strong" ("fuerte" en inglés). Así, el 8 de abril de aquel año fundaban el Strong Foot Ball Club. Con el correr de los días, se le agregó la palabra "The" ("el") y, al mismo tiempo, la terminación "est" a "strong": The Strongest ("El más fuerte") sería su nombre definitivo.

Si bien se analizó vestir una camiseta con listones verticales verde oscuro y amarillo, fue la idea de uno de los socios fundadores la que se impuso: las rayas serían negras y doradas, como los colores de un pájaro autóctono de La Paz llamado chayñita. En cuanto a la mascota, si bien el comienzo fue una vicuña y luego un leopardo, finalmente se adoptó al tigre, que acompaña a la institución hoy en día, e intenta sintetizar el espíritu estronguista: fuerza, persistencia y garra.

Mitos y realidades de una pasión

Siendo el club decano del fútbol boliviano, no extraña que The Strongest haya estado ligado a los primeros pasos formales del deporte en el país. En 1911, el Departamento de La Paz organizó la Copa Prefectura, primera competencia oficial en Bolivia, y el título quedó en manos de los mirasoles.

De hecho, la era amateur o semi-profesional estuvo dominada por The Strongest, uno de los clubes fundadores de la Asociación de Fútbol de La Paz: sobre 29 torneos disputados entre 1914 y 1949, logró 13 títulos y seis subcampeonatos. Al principio, sus clásicos oponentes eran el Colegio Militar (ya desaparecido) y Universitario de Sucre, pero todo cambiaría con el nacimiento del también paceño Bolívar (1925), que se transformaría con el paso del tiempo en su más acérrimo rival.

La campaña de 1930 marcó un hito sin igual de la época: The Strongest ganaría su décimo título sin perder ningún partido y sin siquiera recibir un gol.

La Guerra del Chaco, conflicto bélico que enfrentó a Bolivia y Paraguay entre 1932 y 1935, daría origen a un hecho inédito: en honor a la heroica caída en acción de José Rosendo Bullaín, un ex jugador estronguista, la batalla en la que perdió la vida sería conocida como la Batalla de Cañada Strongest.

El profesionalismo llegó en 1950, pero los aurinegros debieron esperar 14 años para celebrar su primer título nacional. Aquel equipo jugó por primera vez la Copa Libertadores en 1965, logrando la primera victoria de un conjunto boliviano como visitante en dicha competición.

En 1969, la tragedia golpeó al club, al perder la vida todo su plantel en un accidente aéreo. Sin embargo, The Strongest se levantó y, fiel a su historia, siguió luchando, obteniendo el bicampeonato paceño (1970 y 1971), así como también el título nacional en 1974.

La creación de Liga del Fútbol Profesional Boliviano trajo más éxitos. De hecho, se quedó con el torneo inaugural de la LFPB en 1977, el primero de los siete lauros que ha logrado hasta el día de hoy.

El presente

Tras obtener los dos primeros campeonatos desde la implementación de los torneos cortos en 2003, The Strongrest lleva cuatro años sin una vuelta olímpica. Lo más cerca que llegó fue segundo en el Torneo Adecuación 2005, pero haber terminado debajo del Bolívar fue un trago difícil de dirigir. Además, desde 2006 que no participa de una copa internacional. Por eso, su directiva ha apostado a todas sus fichas al torneo 2008, donde marcha en una expectante tercer ubicación.

El estadio

The Strongest cuenta con un estadio propio, inaugurado en 1987 y llamado Rafael Mendoza Castellón, en honor uno de los presidentes que más hizo por el club. Sin embargo, históricamente ha jugado en el Hernando Siles de La Paz, sede habitual de la selección boliviana. De hecho, en 1930 jugó el encuentro inaugural, derrotando a su entonces clásico rival Universitario por 4-1.

Títulos e Hitos

Era amateur (1908-1913): 1911.

Era semi-profesional - Asociación de Fútbol de La Paz (1914-1949): 1914 (2 títulos), 1916 (2 títulos), 1917, 1922, 1923, 1924, 1925, 1930, 1935, 1938, 1943, 1945, y 1946.

Era profesional - Federación Boliviana de Fútbol (1950-1976):

-Campeón nacional: 1964, y 1974.
-Campeón de la Liga de La Paz: 1952, 1963, 1964, 1970, 1971 y 1974.

Era Liga Profesional Fútbol Boliviano (1977-presente): 1977, 1986, 1989, 1993, Apertura 2003, Clausura 2003, Clausura 2004.

Ídolos de ayer, de hoy, de siempre...

Ramón González, Eduardo Reyes Ortiz, Alfonso Trujillo, Eugenio Calla, Esteban Pulg, Raúl Reinoso, Onófre Benítez, y Félix Oliva, Luis Alarcón, Rene Robles, Vicente Moreno, Serapio Vega, Max Ramírez, Orlando Vargas, Marchetti, Durán, Franco, Tapia, Torrico, Ovidio Mezza, Luis Galarza, Marcelo Torrico, Gustavo Quinteros, Óscar Sánchez, Milton Melgar, Serafín Gareca, Eduardo Angulo, Eligio Martínez, Sergio Luna, Ramiro Castillo, Luis Héctor Cristaldo, Óscar Sánchez, Pablo Escobar."

miércoles, 16 de abril de 2008

El futbolista más feliz de Bolivia


La buena fase del jugador boliviano en el Cruzeiro de Belo Horizonte, Brasil, se refleja claramente en el periodismo deportivo brasileño.

http://noticias.uol.com.br/pelenet/revista/ult1334u1516.jhtm

http://esporte.uol.com.br/futebol/clubes/clube.jhtm?time=cruzeiro

El goleador vive una verdadera “luna de miel” con la hinchada “cruzeirense”

martes, 15 de abril de 2008

Martins Moreno llega con la delegación del Cruzeiro

El boliviano, goleador de la Copa Libertadores y uno de los destaques del equipo, embarcó con la delegación del Cruzeiro para enfrentar al Real Potosí.

Él es uno de los 19 jugadores que llegarán hoy a Sucre (ahora mismo deben estar llegando)en un vuelo charter y viajarán mañana, a las 14:30, en 12 taxis, rumbo a la Villa Imperial.

Para variar, los brasileños cargan en su equipaje el trauma de la altura. Sería trágico si no fuese cómico: cada automóvil llevará también un tubo de oxígeno.

Esta es la lista de jugadores del Cruzeiro:

Arqueros: Fábio e Andrey
Laterales: Jonathan, Apodi e Jadilson
Zagueros: Espinoza, Thiago Martinelli e Léo Fortunato
Volantes de contención: Henrique, Charles, Ramires e Luis Alberto
Volantes: Wagner, Marquinhos Paraná, Marcinho e Leandro Domingues
Atacantes: Guilherme, Marcelo Moreno e Marcel

domingo, 13 de abril de 2008

Carta de un lector

Publico, tal cual, una carta de Manuel, un lector del blog.

Buenas tardes,

En primer lugar felicitarle por su trayectoria y por sus opiniones que son de lo mas acertadas dentro de lo mucho que escucharmos los amantes del fútbol en Bolivia.

Trate de mostrar esto como un comentario en su blog de Bolivia Fútbol
Club, pero por alguna razón no se pudo completar algún problema en la red o en la pagina. Espero que lo pueda publicar o comentar sobre lo escrito.

Bueno me despido deseándole mas éxito en sus actividades

Saludos Manuel

Esto es lo que quise comentar:

Iré al grano; me indigna y me molesta ver como los periodistas deportivos en mi país en su mayoría (por no decir todo) son tan faltos de profesionalismo e imparcialidad. Es increíble escuchar a periodistas como José Luis Arraya del panamericano mostrar su clara tendencia bolivarista, para muestra un botón, este señor grita los goles de su

Equipo (Bolívar) con tanta euforia y no así los goles del equipo contrario.

Así también los señores que conducen el programa deportivo en el canal 7 (el canal del estado), por lo menos uno de ellos el de la izquierda creo q su nombre es Sergio pues también es hincha de Bolívar, ¿como lo note? Era la época de la copa Aerosur 2008 el otro conductor decía “Bolívar debe ganar si quiere pasar a la final de la Aerosur” y este señor (Sergio) dijo “Tiene que ganar” con un tono claramente mas de hincha que de periodista, supongo que se dio cuenta del ridículo que hizo y trato de rehacerse pronunciando las mismas palabras que su compañero: “Bolivar debe ganar si quiere pasar a la final de la Aerosur”.

El señor Carlos Enrique Rivera pues mantiene algo de imparcialidad, hasta ahora no puedo saber de que equipo es hincha (por ahí dicen que es del tigre) pero no es algo seguro; otro periodista que mantiene algo oculta su tendencia es el señor toto Arevalo pero se sabe que es hincha de Wilstermann.

Sobre los periodistas del oriente, pues se sabe que Fernando Nurnberg es hincha de Blooming, así como el “periodista” Fermin Zabala es hicnah de Oriente.

Eso en cuanto a los periodistas mas vistos en el país porque ni hablar de los periodistas a nivel local, sabemos que todos los periodistas de Oruro son de San José, los de Cochabamba de Wilstermann y algunos de Aurora y en La Paz se dividen entre Los 2 grandes de esa ciudad.

Me olvidaba de Juan Pasten de el no se sabe de que equipo es hincha pero el es mas sincero y lo dice de frente “Soy de San José” o “Soy del tigre” o “Soy de Real Potosí”

Aparte sabemos que la gran mayoría de los periodistas (por no decir todos) son vendidos a los dirigentes ya sea por que esotro les pagan los pasajes para cubrir a su equipo en el interior o exterior, o hasta por una cena en un restaurante de categoría media.

Si queremos cambiar el fútbol en el país deberíamos empezar por cambiar la mediocridad y las payasadas que se hacen en el periodismo deportivo no creen?

jueves, 10 de abril de 2008

Una verdadera aula de Luíz Felipe Scolari


Rápidos, contundentes y didácticos, así son los conceptos del brasileño Luíz Felipe Scolari, campeón mundial de fútbol y actual entrenador de Portugal.

Una lectura atenta podría ayudar mucho en Bolivia, a entrenadores, jugadores y periodistas. En ese sentido, destaco lo más importante de las palabras de Scolari, en entrevista a la FIFA Magazine:


Sobre el trabajo de entrenador:

FIFA Magazine: Hay gente que opina que el mejor oficio del mundo es el de entrenador nacional. ¿Qué piensa al respecto?

Sin duda alguna, la profesión de entrenador nacional es un buen oficio, sin embargo, hay que considerar igualmente las responsabilidades que tal trabajo entraña. En ciertas situaciones, se tiene más responsabilidad que un jefe de Estado o un primer ministro.

¿Por qué?

Porque todo el mundo habla y entiende del fútbol. Sobre política, salud o economía se habla mucho menos. Es verdad que la profesión de entrenador nacional es un buen trabajo; no obstante, para que así sea, es necesario aportar muchos resultados positivos. De modo que, repito, es agradable trabajar como entrenador nacional, pero nadie debe pensar que es sencillo...

Sobre la diferencia de ser entrenador de club o de Selección:

Pero seguramente mejor que trabajar como entrenador de un club. Se tiene menos ajetreo, menos estrés...

Se podría pensar así, pero la realidad es distinta. Es verdad que no estás diariamente en la cancha, pero sin embargo tienes muchísimas responsabilidades y poco tiempo libre. Debes considerar a los jugadores, cada uno individual y colectivamente, y a todo ello se añade la parte psicológica. En resumidas cuentas, existen centenares de pequeños detalles que no se han de descuidar. Debes estar siempre alerta.

¿Qué se requiere para ser un buen entrenador nacional?

Particularmente mucho conocimiento del fútbol, pero igualmente un entorno adecuado, reputación y mucha experiencia para granjearse confianza - no solamente entre los jugadores, sino en todo el país. Y, para redondear, la pasión por tu trabajo.

Sobre la psicología en el fútbol:

¿Qué resulta más importante para un entrenador nacional, la táctica o la motivación de los jugadores?

En primer lugar, el entrenador ha de elegir a los jugadores que encajen con su filosofía de juego. A continuación, deberá ocuparse de la motivación y la psicología de los jugadores. Resulta sumamente difícil conocer a un jugador a tal grado que se pueda extraer lo mejor de él.

Se nota que para usted la psicología tiene una importancia fundamental.

¡Absolutamente! En este sentido, hay que puntualizar que resulta mucho más simple trabajar con jugadores buenos, que con malos. Además, resulta más fácil trabajar en el sector mental que en el deportivo. Si a un jugador le debes enseñar a rematar o el posicionamiento adecuado, pierdes mucho tiempo; por otro lado, puedes llegar a convencer fácilmente a un jugador con algunas pocas palabras motivadoras. Lo peor es trabajar con malos jugadores que se consideran tan hábiles como los demás.

Un poco de Sociología y fútbol:

Además de calidad y cantidad, Brasil debe tener otro secreto, ¿verdad?

¿Sabe cuál es el secreto? En Brasil, un único balón hace feliz a 200 niños. Con una simple pelota se puede ya jugar. Y esto dio la popularidad al fútbol. Otros deportes tienen dificultad para imponerse en Brasil, pues son generalmente muy caros. Otro secreto del éxito brasileño son los numerosos lugares a disposición para jugar y el buen clima. En resumidas cuentas, todo ello conduce a una cultura totalmente volcada hacia el fútbol. Cada brasileño lleva el fútbol en la sangre desde su nacimiento. Esta es la mayor diferencia con Europa.

Sobre la presencia de jugadores extranjeros en torneos locales:

La competencia en Brasil es tan grande que cada vez más jugadores brasileños integran otras selecciones nacionales. ¿Cree que es un problema?

A mi parecer, esta práctica debería prohibirse en todo el mundo. Al respecto, el Presidente de la FIFA Joseph S. Blatter desempeña un papel muy importante. Si dependiese de mí, los campeonatos nacionales en todo el mundo deberían estar sujetos a una regulación específica, según la cual se debería permitir únicamente cuatro o cinco jugadores extranjeros por club.

Sobre lo físico y lo técnico:

¿En que sector se ha desarrollado más el fútbol? ¿En el físico o en el técnico?
Claramente en el físico. Hoy día, todo equipo de gran potencia física puede plantearle problemas a una escuadra técnicamente superior. El sistema de entrenamiento es similar en todos los equipos, siendo ínfimas las diferencias en la condición física. Por eso los equipos técnicamente superiores deben pensar y reaccionar con mayor rapidez, lo cual no resulta nada fácil. Por tal razón, se dan con mayor frecuencia sorpresas en el fútbol mundial. Los equipos renombrados acusan cada vez mayores dificultades al clasificarse para grandes torneos.

Sobre la tecnología en el fútbol:

¿Qué opina respecto a nuevas tecnologías en el fútbol? ¿Hasta qué punto se debe permitirlas?

Hasta donde no sustituyan al ser humano. Digo NO a una tecnología que guía el dedo humano, ya que con ello se abren puertas y ventanas a las manipulaciones. Pero un "chip" en una pelota, o todo lo que el ser humano no pueda influenciar y que sirva para mayor transparencia en el fútbol, SÍ.


sábado, 5 de abril de 2008

El circulo vicioso del fútbol boliviano

Una cosa es cierta, jugador extranjero que llega al país es porque no tiene cabida en otro equipo en el exterior.

Hace muchísimo tiempo que convivimos con esa realidad.

Lo mismo ocurre con los futbolistas que se van y retornan al país.

Bolivia es el fin de la carretera para mucha gente.

Aquí, a pesar de tener edad avanzada o de ser técnicamente limitado, el deportista tiene aún posibilidad de ganarse los últimos pesos haciendo lo que le gusta: jugar al fútbol.

Todo ello contribuye para la poca renovación de hombres bolivianos para este deporte.

La consecuencia de todo ello es que tenemos un fútbol poco competitivo y sin atractivo para los negocios que se hacen en su entorno.

miércoles, 2 de abril de 2008

Señores de Lance! de Brasil, boato no es noticia

Ya trabajé en el periódico deportivo brasileño Lance! Durante la Copa del Mundo de ´98. Mi base era São Paulo.

Tuve excelentes colegas y entablé una amistad profesional muy provechosa con periodistas jóvenes o más o menos.

Lance! Tiene una buena reputación tanto es así que permanece en circulación.

Pero me sorprende que se esté encaminando por el “amarillismo” (imprensa marrom, en portugués).

¿En dónde se ha visto escribir en la condicional? ¿Eso es periodismo?

Lo escrito en Río de Janeiro por el periodista Rodrigo Benchimol con el titulo:

“Flamengo recebe denúncia sobre riscos da altitude”
“Estudo feito na Bolívia revela morte de jogador em Potosí”


Demuestra, por lo mínimo, falta de profesionalismo o mala fe.

Según el periodista brasileño, un jugador boliviano habría muerto en Potosí en el mes de junio de 2007; el mismo tendría 23 años; el jugador habría llegado muerto al hospital.

¿En dónde está lo que se llama en portugués “checar a fonte”?

¿Será que el periodista Benchimol sabe lo que es “plantar información”?

¿Se debe publicar todo lo que los “cartolas” (dirigentes) dicen?

Lo mínimo que se debe esperar de los editores de Lance! Es un mejor tratamiento de la noticia.

En periodismo, escribir en la condicional es estar cerca de la mentira.

Por lo menos fue eso que aprendí en la ECA-USP de Brasil.

Libertadores: elemental, Santos es plural, San José es singular


Santos venía de una recuperación importante en el campeonato paulista, donde no pierde hace 7 juegos.

Santos fue más equipo por tener mejores jugadores en las tres líneas y un entrenador que tiene el control absoluto del grupo.

Santos jugaba en su casa y tenía el apoyo de su hinchada.

Santos tuvo un jugador en noche inspirada, el colombiano Mauricio Molina (foto), que marcó 4 de los 7 goles.

Santos entendió la franqueza de San José que quería jugar de igual a igual sin tener con qué.

Finalmente, Santos supo aprovechar la expulsión del zaguero adversario Palacios

Con todo eso, ¿a quién puede sorprender la contundente victoria de Santos contra San José de Oruro?

martes, 1 de abril de 2008

El “inmediatismo” en el periodismo deportivo boliviano

Estimados amigos periodistas deportivos, hace dos semanas fue The Strongest, ahora es Bolívar.

No podemos actuar como si hinchas fuésemos.

Es bueno recordar que un EQUIPO no se forma en apenas tres meses, siendo que uno esos meses se lo pierde en la llamada “pretemporada”, que en Bolivia se resume, por lo general, en dar trotecitos en rededor de una cancha.

Acto seguido, un equipo no es “mejor” o “peor” en función de victoria, empates o derrotas, seguidas o no.

En el fútbol (a pesar de que, en mi opinión, hay lógica) ni siempre gana el mejor. Más aún, en el nivel en que se encuentra el balompié nacional.

¿Por qué siempre se apunta a la Academia o al Tigre como perdedores cuando eso acontece en el Siles?

¿Por qué no respetamos a los adversarios reconociendo que ellos hicieron lo posible para llevarse un buen resultado? ¿Y que jugaron bien? ¿En dónde está escrito que el equipo local es el seguro vencedor solo por jugar en casa?

Por otro lado, es bueno recordar que los equipos bolivianos son montados a partir del mes de diciembre de cada año (cuando termina la temporada) para jugar el Torneo Apertura en el mes de marzo del siguiente.

En esas circunstancias (Bolívar y The Strongest son ejemplo) no podemos hablar de equipos de fútbol, mas, sí, de “aglomerado de jugadores” que intentan formar un equipo.

Equipos serán sí, con lo mínimo, seis (6) meses de entrenamientos y juegos disputados.

El pésimo calendario y las malas contrataciones contribuyen, claro, para formar un buen o mal equipo, pero esa es otra historia.